terça-feira, 23 de junho de 2009

Hugo Chávez ganha prêmio de jornalismo

O presidente da Venezuela , Hugo Chávez, recebeu nesta segunda-feira um prêmio municipal de jornalismo alternativo em Caracas pela "linguagem pedagógica e simples" com a qual explica "os valores do processo revolucionário" que lidera há uma década.
O líder recebeu graças com a "menção especial" do Prêmio Municipal Fabricio Ojeda, entregue nesta segunda-feira pelo Conselho Municipal de Caracas e a Comissão Permanente de Cultura, Patrimônio Histórico a meios de comunicação alternativos e comunitários, informou a estatal Agencia Bolivariana de Noticias (ABN).
O presidente recebeu a homenagem pela linguagem "pedagógica" que usa, "porque, usando a mesma desta maneira, atingiu o povo venezuelano, deixando conhecer e entender os valores de nosso processo revolucionário", disse o vereador governista Simón Pereira.
No dia 27 deste mês , Dia Nacional do Jornalista, o presidente irá comandar no Palácio de Miraflores a entrega do Prêmio nacional de jornalismo venezuelano.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

América Central cria sistema para prevenção de desastres naturais

Com o objetivo de evitar os danos causados pelos desastres naturais nos países centro-americanos, representantes dos nove países da região participaram de um seminário que marcou o ponto de partida para a criação do Sistema Mesoamericano de Informação Territorial para a Redução de Riscos de Desastres Naturais.
Representantes dos institutos geográficos e das associações de proteção civil de Guatemala, México, Belize, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, Colômbia e Panamá se reuniram em território panamenho entre 3 e 6 de junho para estabelecer as bases que possibilitarão a execução da primeira fase do sistema.
O projeto é resultado do Plano Puebla-Panamá, conhecido atualmente como Projeto Mesoamérica, e pretende diminuir as vulnerabilidades da região, onde nos últimos 20 anos 32 mil pessoas morreram por causa de catástrofes naturais, segundo informações da DPA. Estima-se que 23 milhões de pessoas foram afetadas nas últimas duas décadas por cataclismos e eventos ocorridos na região.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Cuba diz que não voltará à OEA

O governo de Cuba reiterou nesta segunda que não voltará à Organização dos Estados Americanos (OEA) e considerou o fim da suspensão imposta pelo órgão à ilha como uma derrota de Washington, em uma declaração divulgada hoje por todos os veículos da imprensa oficial cubana.

O texto repete argumentos expostos nas últimas semanas em artigos do ex-presidente Fidel Castro e agradece aos países da América Latina que, na semana passada, apoiaram o retorno de Cuba à OEA.

"Cuba acolhe com satisfação esta expressão de soberania e civismo, e agradece aos Governos que, com espírito de solidariedade, independência e justiça, defenderam o direito de Cuba a retornar", diz o documento.

"Cuba, no entanto, ratifica mais uma vez que não voltará à OEA",


Para ler mais sobre o assunto acesse: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3812605-EI8140,00-Cuba+diz+que+nao+voltara+a+OEA+e+anuncia+derrota+dos+EUA.html

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Decisão de Obama vetada pelo senado


O presidente havia anunciado o fechamento do presídio de Guantánamo, localizado em Cuba,até o final de janeiro de 2010. Atualmente encontram-se mais de 240 prisioneiros de 30 países diferentes em Guantánamo, o presidente dos EUA foi surpreendido pois sua decisão foi vetada, com quase todo o senado votando contra o fechamento, os principais motivos para essa decisão foi de que essa realização poderia afetar a imagem do governo de Obama, pois com o fechamento de Guantánamo certamente os presidiários lá encontrados seriam transferidos para penitenciarias de segurança máxima localizadas nos EUA, sendo assim oferecendo risco a população estadunidense.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Decreto boliviano prevê confisco de bens de quem financiar terrorismo

O governo Evo Morales aprovou no dia 20 um decreto para o confisco de bens de pessoas, empresas ou organizações civis acusadas de financiar grupos terroristas ou separatistas na Bolívia. A medida foi duramente criticada pela oposição, acusada de financiar práticas similares.
O Decreto Supremo 0138, aprovado pelo Conselho de Ministros, estabelece que a Promotoria e outras autoridades poderão processar crimes contra a seguridade do Estado em todo o país. O decreto ainda exige a retenção dos recursos financeiros dos acusados.
O presidente do Senado, Oscar Ortiz, do partido opositor direitista Poder Democrático e Social, qualificou o decreto de "terrorismo de Estado", porque, segundo ele, o confisco é uma medida que, há varias décadas, foi eliminado como pena em países democráticos. Para o senador, o objetivo do governo é eliminar qualquer possibilidade de oposição. A resolução deverá ser aplicada depois que um promotor qualifique o delito. Após serem confiscados, os bens dos acusados serão destinados ao programa de seguridade cidadã e seguridade do Estado.
Uma operação policial impediu, ainda, um suposto atentado ao presidente Evo Morales. Segundo o promotor que acompanhou o caso, os detidos declararam que empresários de destaque e políticos de Santa Cruz, opositores ao governo, haviam financiado o grupo separatista. A resolução deverá ser aplicada depois que um promotor qualifique o delito. Após serem confiscados, os bens dos acusados serão destinados ao programa de seguridade cidadã e seguridade do Estado.
A decisão foi tomada após a desarticulação, em abril, no departamento de Santa Cruz (o maior do país), de um grupo formado por bolivianos, húngaros, croatas e irlandeses. O grupo pretendia separar o departamento do país.
Uma operação policial impediu, ainda, um suposto atentado ao presidente Evo Morales. Segundo o promotor que acompanhou o caso, os detidos declararam que empresários de destaque e políticos de Santa Cruz, opositores ao governo, haviam financiado o grupo separatista.

sábado, 16 de maio de 2009

Fidel publica 3º artigo que contem críticas aos mexicanos pela gripe suína

A imprensa oficial cubana divulgou nesta sexta-feira o terceiro artigo em que o ex-ditador Fidel Castro faz acusações sobre o governo do México de ter mentido sobre a aparição dos primeiros casos confirmados de gripe suína que é causada pelo vírus AH1N1.
Fidel citou uma revista científica e uma agencia de noticias norte-americana para dar mais ênfase a sua acusação de que as autoridades do México encobriram a epidemia até depois da visita do presidente dos Estados Unidos , Barack Obama , no meio do mês de abril.
O ex-presidente questionou no seu artigo se os líderes mexicanos já visitaram o embaixador dos EUA no México e ameaçaram romper relações diplomáticas em função das publicações , em aparente alusão em gestos semelhantes após os seus artigos sobre a epidemia.
"Fiz esforços para demonstrar que desde março já começam a surgir sintomas, cinco semanas antes do anúncio oficial da epidemia", diz Fidel ao comentar que a revista "Science expressa sua opinião de que possivelmente entre janeiro e março de 2009 surgiu a doença no México".
"Alguns se perguntam a título de que eu falo. Disse bem claro: com o de 'O Companheiro Fidel'", explica o ainda primeiro-secretário do governante Partido Comunista, que não aparece em público desde julho de 2006.
Autoridades cubanas já disseram que são três os estudandes infectados pela gripe, Cuba suspendeu os vôos com o México após as primeiras informações sobre a epidemia.

sábado, 9 de maio de 2009

Hugo Chávez ameaça deixar OEA


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou neste sábado deixar a Organização dos Estados Americanos (OEA) para criar em seu lugar um novo órgão do que chamou de povos livres.


"A Venezuela pode sair da OEA e convocar os povos deste continente para nos libertar destas ferramentas velhas e formar uma organização de povos da América Latina, de povos livres", declarou Chávez.


O presidente, que afirma conduzir uma "revolução socialista", acusou a OEA de evitar repreensões aos Estados Unidos durante ações de guerra ordenadas pelo ex-presidente George W. Bush e se mostrou indignado com um recente relatório da Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH), que incluiu a Venezuela na lista de países que precisam melhorar a defesa e o cumprimento dos direitos humanos.